“Não me pergunte quem sou eu e não me diga para permanecer o mesmo: é uma moral de estado civil; ela rege nossos papéis. Que ela nos deixe livres quando se trata de escrever!” (Foucault, Arqueologia do saber, 1969, p.27)
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Novas Coisas...
Mudei de lugar, de casa, de cidade, de bairro, a cor do cabelo o tamanho, de emprego, de carreira... Mudei de casa, de estilo de vida, parei de fumar, tive mais um filho. São três.
Mudei a roupa, lavei as sujas, quarei as amareladas, tratei os dentes, sambei, desfilei, sofri com a perda. Dei a volta por cima, caí de novo, levantei e segui em frente...
Mudei o tamanho do salto, o número do meu manequim, a cantada, o marido... Sem querer, querendo muito quando adulta, adultera, adulterada... Descabelada, sedenta por novos olhares...
Descobri alguns lugares, e muito, das muitas pessoas que conheci, carrego comigo até hj.
E não tenho vergonha de mudar, por que só assim podemos dizer: Vivi!
A vida é uma caixinha de surpresas, só precisamos abri-la.
E contar nossas histórias para os nossos filhos, ficará muito mais interessante.
Mariana Lopes.
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