“Não me pergunte quem sou eu e não me diga para permanecer o mesmo: é uma moral de estado civil; ela rege nossos papéis. Que ela nos deixe livres quando se trata de escrever!” (Foucault, Arqueologia do saber, 1969, p.27)
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Texto do Eu sem fim.
Ainda me chateio com as ausências, ainda me cerceio de sonhos, ainda tenho esperança no chegar, ainda quero ter em quem pensar e admirar. Perto, por que longe de mim as coisas ruins que me fazem sofrer e chorar e por quem espero, sempre , sempre deverá trazer felicidade.Príncipe? Não...Não há conto de fadas sem princesas. E isso meu caro, não pode ser real.todos temos direito de sonhar mas eu, pareço saída de um grande baile de Soldadinhos de Chumbo.Não há Bruxa má se a Princesa for corajosa e enfrentar seus monstros mais íntimos e se ela depois do final feliz, ao subir dos créditos ainda assim. insistir em ser racional quando o emocional reluta em fazer-lhe pensar assim, só com o coração, pudera! Não serão mais fadas e duendes... Desejo a sorte de um amor real quando por vezes, turbilhões e tempestades insistentemente querem me tirar do eixo.Dramática? Não, eu só sou assim. Movida pelo amor.E gostei muito de ouvir isso.Se a crítica não era para ser construtiva, me reacendeu a chama de mulher, que ama e só ama enquanto durarem os seus estoques...E dentro de expectativas fustradas de presenças , tenho que hoje, só hoje, contentar-me comigo mesma. À vontade, com minhas manias e meus defeitos. Com meus dramalhões e meus sorrisos.Por que mesmo assim, consigo rir de mim. Um eu sem fim.Um nós eterno.Espero.
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